Biblioteca Municipal da Nazaré “deu fotografia”, à qual não tem quaisquer direitos
Querido Pirata,
O que esperas de um político? Parece que acabas de cair do céu. Para a maioria dos políticos, a palavra ética, simplesmente nao existe, ainda por cima pensam que esato por cima da Lei.
Beijinhos
De
Pirata a 8 de Abril de 2009 às 11:50
Olá Ema.
Hoje em dia de um político espera-se tudo menos integridade.
Caros políticos, em vez de pensarem mais nos seus próprios enterneces, pensem mais nas pessoas que vos elegem.
Obrigado
De
eu a 9 de Abril de 2009 às 13:01
Chama-se a isto uma falta de respeito pelas pessoas k fazem algo pela Nazare, em relacao a todos estes k criticam o Dr. Carepa tenho a dizer k nada mais mais sabem fazer na vida a nao ser andarem de norte pr o sul a tirar fotos e a denegrir a imagem das pessoas....Agora pergunto eu, e voces pedem autorização as pessoas pr k possam tirar fotos???tenham vergonha na cara
Não creio na história ...não é verdade!
Está o amigo Pirata a dizer que foi dado um artefacto artístico (fotografia), protegido por propriedade intelectual, sem autorização e conhecimento do legitimo dono e autor ?...será que entendi bem, foi isso que quis dizer?
Um abraço
António Delgado
De
Pirata a 8 de Abril de 2009 às 11:41
Olá António Delgado.
Infelizmente é verdade.
E com a mesma pessoa que te informou a respeito da Tertúlia na Biblioteca Municipal da Nazaré, não poder ser adiada, para que pudesses estar presente para ser o Moderador.
No entanto a Tertúlia foi adiada, mesmo assim não comparecestes, pelo simples facto de não teres sido enformado de tal.
Tal como o jornal Região da Nazaré, que publicou a notícia em que António Delgado iria ser o moderador. CLICK AQUI
A Rádio Nazaré, contactou a tua pessoa para dar uma entrevista, sobre a Tertúlia do dia 4 de Abril, 09, a qual nem tinhas conhecimento.
Agora, caro amigo Prof. Doutor António Delgado, pergunto eu o Pirata:
1º _ Personalidade e Ética, será que estão em vias de extinção?
2ª _ Afinal, quem é que é o Pirata?
De José Carepa a 10 de Abril de 2009 às 17:15
Meu caro Professor António Delgado, fico deveras espantado por vê-lo nestas companhias! O Sr. Professor, um doutorado de enorme craveira, por quem eu nutro sincera admiração intelectual, autor de um blog excelentemente escrito, o "Ecos e Comentários" (que a propósito, recomendo vivamente), está a dar crédito a afirmações piratais deste jaez?! Louvo-lhe a paciência para ler estas coisas - e a ingenuidade para acreditar na mentira... Mas deixe-me responder-lhe pessoal e brevemente à questão que coloca, uma vez que o Sr. Professor me merece toda a consideração: não, não é verdade que tenha dado um "artefacto artístico protegido por propriedade intelectual" a quem quer que fosse. Um meu colaborador ofereceu a um Sr. extremamente doente (e que veio, infelizmente, a falecer poucos dias depois) uma impressão feita por nós em papel fotográfico de uma foto exposta anteriormente na Biblioteca, a qual, não só não está coberta por qualquer forma de propriedade intelectual, como se encontra para download grátis na internet, como explico em pormenor noutro post. Eu tive conhecimento da oferta, e aprovei-a, e assumo por ela total responsabilidade. Todas as fotos da exposição referida podem descarregar-se da internet, imprimir-se e fazer-se delas o que se quiser. Foi o autor que as colocou lá, num gesto muito louvável, e já as tinha colocado muito anteriormente à exposição. Eu não sei se isso é verdade, vindo de quem vem, mas foi o próprio Pirata que me informou, quando estávamos a preparar a exposição, que tinha sido ele a ajudar o fotógrafo a colocar as fotos na net, bem como noutros trabalhos similares. O Pirata sabia, portanto, que estava a mentir com os dentes todos quando colocou neste blog o primeiro post histérico a anunciar urbi et orbi o meu grande "crime". Mas o Pirata é o Pirata, que se lhe há-de fazer? Relativamente ao Sr. Professor, é sempre um prazer contactar consigo. Sabe bem que pode fazê-lo directamente, sem estes intermezzos bloguísticos. Pode perfeitamente usar um dos meus endereços electrónicos, que conhece bem, ou o meu número de telemóvel, ou dar-me o gosto de aparecer onde eu estiver a trabalhar, assim que puder e julgar conveniente. Poderemos, então, conversar mais demoradamente sobre este e outros assuntos, dos quais ainda nos havemos de rir muito, quando passar esta maré de mar. Cumprimentos, José Maria Carepa
De
West a 8 de Abril de 2009 às 01:56
Caro amigo Pirata, isso que descreve é uma situação pela qual eu neste momento estou a passar, embora noutros moldes - Não bastava já andarem a reproduzir fotos minhas em tudo quanto é sítio, desde hi5 a blogs, etc... (menos mal), que agora até um site imobiliário gerido pelo próprio casa.sapo.pt, ou seja um site comercial, vir aproveitar-se desta minha foto (http://cache03.stormap.sapo.pt/fotostore01/fotos//0c/09/a6/5010_00001xzq.jpg) para fins comerciais. Já enviei dois e-mails para a mediadora imobiliária Gageiro e Santos Lda Nº AMI 7420 com escritório em S. Martinho do Porto e com apartamentos à venda na Nazaré, mas sem efeito algum. Por aquilo que estou a ver estamos numa do vale tudo.
Quanto a esse caso, só um reparo - a biblioteca municipal da Nazaré é uma coisa e o assessor do presidente da CMN é outra, pensoeu de que!
De
Pirata a 8 de Abril de 2009 às 10:21
Olá West , obrigado pelo comentário.
Sim tens razão, a biblioteca municipal da Nazaré é uma coisa e o assessor do presidente da CMN é outra.
Mas passa a não ser quando, a realidade, não é o que parece, mas sim o que parece não é.
De
West a 8 de Abril de 2009 às 13:42
Não entendi bem! Podes trocar por miúdos? Não acho que um núcleo cultural de um município, neste caso a biblioteca, tenha de pagar as favas porque um assessor do presidente da CMN não tenha agido nos conformes, a não ser que seja ele o director do núcleo em questão.
De
Pirata a 8 de Abril de 2009 às 14:40
Passo-a explicar.
Quando alguém, como é o caso, age em nome de uma instituição, logo por tabela a instituição é nomeada.
Não tenho nada a apontar contra a Biblioteca, pelo contrário.
Afinal, tu sabes muito bem quanto eu, o que se vem passando no seio da administração da Biblioteca.
Uns têm os títulos e os outros é que mandam.
"PARA UM BOM ENTENDEDOR, MEIA PALAVRA BASTA".
De
West a 9 de Abril de 2009 às 21:14
Aquilo que nós pensamos saber por palavras e/ou actos dos outros, constitui sempre um alvo para a dúvida quando contrariado por palavras e/ou actos de outros. Normalmente onde existe dúvida, existe também, e por inerência, o esclarecimento mais que provável, nem que para isso tenhamos que convocar o saber prudente e supremo – o tempo. Já os antigos diziam – é preciso dar tempo ao tempo! – ou, - o tempo o dirá! Não tenhamos dúvida que, se algo de mal ou de errado foi ou anda a ser feito, a verdade virá a saber-se porque ela anda sempre a par do tempo!
De José Carepa a 10 de Abril de 2009 às 16:41
Meu caro Nelson, francamente não te entendo: tu passas quase todos os dias por mim no meu local de trabalho, cumprimentas-me educadamente, és um rapaz que eu sempre tive por inteligente, e vens agora para aqui, sob este cognome de West, comentar, sem saberes, coisas cuja veracidade podias tirar a limpo, se me perguntasses? Porque é que não o fizeste, e partes para a ofensa pessoal, sem me dares direito ao contraditório? És muito novo para cínico, Nelson, e eu tinha-te em melhor conta do que isso. Enganei-me? E pensa bem, se quiseres: entre a minha explicação factual e os comentários palerminhas do Pirata "Bananeiro", achas que é de acreditar em quem? Ora, ora, Nelson, acerta-te no baile, vá lá! José Maria Carepa
De
West a 10 de Abril de 2009 às 21:20
Resposta dada em primeiro lugar ao professor carepa via e-mail.
Caro amigo Carepa, tive conhecimento do seu comentário em forma de e-mail e foi assim que tencionei responder-lhe. Por acaso não sei ao certo onde é o seu local de trabalho e nem passo todos os dias por si, mas não é por isso que não lhe tenho consideração. Para mim toda a gente é válida as ideias é que por vezes não o são, e a ideia que está a ter da minha pessoa não merece o meu apoio. Quem visita o meu blog sabe perfeitamente quem é o West até porque estão lá fotografias, e os links que coloco vão de encontra essa situação, além disso, são inúmeras as vezes que assino com Westnelson, portanto toda a gente sabe quem é o Nelson. Assim, estou à vontade para assinar com Nelson, ao contrário de outros que se escondem atrás de nicknames. Já pensou o quanto injusto está a ser para comigo. Por acaso pode apontar onde está o cinismo da minha parte. Nós comentamos aquilo que escrevem e os desenvolvimentos por acaso levam-nos ao aprofundamento das questões, a outros sítios e assuntos. Por ventura entendeu o que eu quis dizer com o conteúdo do meu último comentário? Penso que não, se não, não teria feito este comentário, pelo menos nestes moldes e teria visto que fui o mais imparcial possível. Já pensou que fui o único com um link decente que tentou pôr água na fervura. Nem mesmo aqueles que aqui o defendem se identificam. E se por ventura se algum mal fez eu não fui e, nem sou obrigado a saber se é verdade ou não, e pelos vistos não é - eu não sabia da conversa com o Senhor Antti - mas, sempre se tem o direito à resposta, como aconteceu. Onde é que está a ofensa pessoal? Por dizer que um núcleo cultural da CMN é uma coisa e o assessor do presidente outra!? Acho que não é por aí, até porque é uma verdade. Se eu fosse mal intencionado não o convidaria para um blog que criei em Janeiro com o nome de Gargol e cujo e-mail deve estar em seu poder. Se por acaso houver lugar a esclarecimentos aqui estou eu o West, o Westnelson, ou seja o Nelson, para os dar. Eu não falo pelos outros, falo por mim e é o suficiente para ser mal entendido por quem o desejar, mesmo que os problemas tratados não sejam os nossos. Ser bem entendido é que é o mais difícil de conseguir, e o senhor, professor Carepa, como político que agora é (penso eu, não sei bem se é ou não) devia saber isso e até estar preparado para tal.
De José Carepa a 11 de Abril de 2009 às 14:17
Nélson,
Muito obrigado por teres tido a gentileza de me enviar a tua resposta por mail. É uma forma de respeito, que eu tenho igualmente por todas as pessoas que me contactam, e que muito aprecio.
O que eu afirmei, e reitero, foi o seguinte:
- sempre considerei, e continuo a considerar, que és um rapaz inteligente; tenho todo o apreço por ti, e sigo com interesse o que publicas no teu blogue (e, já agora, acho igualmente interessante o da tua companheira); tenho aprendido muito acerca do quanto vale e nos pode ajudar a crítica honesta que alguns dos blogues da Nazaré fazem;
- isto não invalida que haja um “pecado original” na blogosfera, que é o de qualquer indivíduo, muitas vezes sem qualquer formação ou escrúpulo moral, como foi agora o caso desta infeliz polémica, e a coberto do mais cobarde anonimato, publicar o que quiser, por mais calunioso que seja, acerca de outro – o qual só se pode defender a posteriori (mas “defender” de quê, diz-me lá, se nem sequer “tiver qualquer culpa no Cartório”, e for para ali chamado sem ser tido nem achado?) – o que coloca o visado, imediatamente, numa posição de inferioridade, tornando-o o alvo de todo o tipo de suspeições, algumas das quais vindas de pessoas levianas que nem sequer o conhecem (mas que têm imediatamente, vê lá tu a menoridade mental dessa gente!, uma opinião absolutamente formada sobre uma coisa de que nada sabem);
- ao que me parece, qualquer estupidez que for publicada num blogue é imediatamente considerada verdade, só porque foi publicada. Achas isto certo? Então o Pirata, ou outro parvo qualquer, amanhã lembra-se de publicar no seu pasquim bloguístico que eu matei alguém, e eu vou preso sem culpa formada, e só depois é que começa a minha “defesa”? Onde é que fica a minha honra e a minha dignidade, no meio disto tudo? Eu sei que “honra” e “dignidade” são palavras estranhas ao vocabulário dos Piratas deste mundo, mas para mim têm muito valor, e não são negociáveis;
- por isso achei estranhíssimo, e reafirmo-o, que tivesses embarcado ingenuamente na vigarice do Pirata; tu vês-me quase todos os dias, e devias conhecer-me melhor do que isso: se tinhas dúvidas quanto a algum acto meu (mesmo que inventado, como foi o caso), porque é que não te dirigiste primeiro a mim e me questionaste? Isso é que era dares-me a possibilidade de me defender, não era aceitares imediatamente, como verdadeira, uma calúnia que só servia os desejos de vingança piratais, e fazeres coro com ele na internet; repito: tu és melhor do que isso, Nelson – por que raio é que hás-de alinhar com um sujeito desclassificado como este Pirata? Não te esqueças do velho provérbio: “Diz-me com quem andas…”; temos todos de elevar o nível dos nossos conhecimentos, Nelson, e só depende de cada um de nós fazê-lo;
- finalmente: recebi, efectivamente, o convite para participar no Gargol, e agradeço-o; é verdade que fiquei sensibilizado, e fui imediatamente ver o blogue; pareceu-me um blogue bem feito, que chama a atenção para muito que é possível melhorar à nossa volta; estão lá, como colaboradores, pessoas pelas quais tenho a maior estima pessoal e intelectual, como por exemplo (além de ti, de quem já falei acima), o João Maltez, do Hermeneuticamente; mas acontece que também lá está o Pirata…; sendo assim, não aceito o convite, com muita pena minha, porque há indivíduos com os quais não me misturo; vocês que façam a escolha do nível que pretendem imprimir ao blogue: não se pode nem deve ter tudo; não é possível ter “Sol na eira e chuva e no nabal”; já chega de pactuar, na Nazaré, com quem não merece; há na nossa terra um conjunto de gente muito válida, na tua geração e noutras, com quem devemos e podemos trabalhar; aos outros não tenho a menor intenção de voltar a dar qualquer confiança. Este episódio ensinou-me isso.
Abraço, Carepa
De
eu a 9 de Abril de 2009 às 13:17
Sao pessoas como voces que deviam estar em vias de extinção e deixar trabalhar quem faz coisas de bem pela Nazare......é de lamentar todos estes comentarios aqui feitos a pessoas como o Dr. Carepa, mas tudo tem uma explicaçao, a falta de etica que voces teem.....Quem tiver dignidade deveria aplaudir de pé o que este Homem tem feito pelo vosso Municipio, em vez de tentarem deitar abaixo pessoas k trabalham, tentem voces fazer algo de util na vida....e k tal pensarem nisso? a inveja e dor de cotovelo e tao feio???ja pensaram nas vossas vidas e das coisas sem moral k fazem? esta na hora de se olharem ao espelho e verem os vossos defeitos.........A si Dr. Carepa so tenho uma palavra a dizer: Forca e continue a fazer o k tem feito, pk kem conhece o seu trabalho, sabe dar o verdadeiro valor.....Parabens pelo k tem feito pela Nazare, ou seja, pelo Meu Municipio.
De
Pirata a 9 de Abril de 2009 às 19:26
Obrigado pele teu comentário, e que por sinal vem direitinho da Suíça.
De tuesmacaco a 15 de Abril de 2009 às 21:04
Off Topic:
Eh pirata, percebes muito de informática e IP!!
Sabes que o IP é da suiça, Uau! O meu vai dar como se fosse dos EUA, mais propriamente San Diego. Mas estou em Portugal. Como é que explicas isto oh GURU dos IP's?? Credo...
On Topic:
Já muito se escreveu por aqui... O Pirata deve estar com o ego dele em altas, teve mais comentários num post do que no Blog todo. Alimentou esta polémica toda mas o erro do Professor Carepa (permitam-me que o trate por professor porque foi assim que o conheci) foi tentar responder - de uma maneira até muito cordial e assertiva - a um grupo de pessoas que não o merece. pensam que são uma grande coisa, que fazem muito por enaltecer a Nazaré e as suas gentes mas, no fundo, são os que dão mau nome a esta! Na minha óptica (espero que esteja bem escrito), o Professor deve continuar a desempenhar o seu trabalho o melhor que puder e os "bloguistas", em vez de quererem ser juízes e carrascos, façam alguma coisa de ÚTIL à sociedade!!
Certamente que este post não foi útil a ninguém.
Ps. esta mensagem "O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts." não é para mim!! eheheh
De José Carepa a 11 de Abril de 2009 às 12:41
Muito obrigado pela coragem que teve em tomar a minha defesa, no meio de tantos ataques de má-fé e baixo nível, que tiveram origem, como acho que ficou claro depois das minhas respostas, numa calúnia irresponsável. Num post que o Pirata colocou como comentário a uma outra intervenção sua (mas que entretanto alterou, fazendo censura a si mesmo - porque há limites para a sem-vergonhice, apesar de tudo...), chegou a ser acusado/a de ser da minha família, como se ser da minha família fosse crime, veja lá a estupidez do sujeito! Não é obviamente o caso, e eu tenho muita pena de não o/a conhecer, porque gostaria de agradecer pessoalmente o seu gesto. José Maria Carepa
De OLHO VIVO a 8 de Abril de 2009 às 03:31
Esse assessor do presidente não é aquele que mete toda a família a trabalhar na câmara ? Ele pensa que tudo no município é dele ou quê?
Não foi ele também que fez um concurso, na câmara , para o genro e que esteve aberto apenas alguns minutos para só o familiar se inscrever no dito concurso?
Esse tipo parece que anda mesmo a pedi-las ( chama-lo á razão) e por simpatia o presidente também .
saudações do
Olho vivo.
De
Pirata a 8 de Abril de 2009 às 10:03
Olá "Olho Vivo".
Muito obrigado pelo teu comentário.
Só vou dizer uma frase:
"Políticos existem para servir o povo, não para ser servidos por ele"
De OLHO VIVO a 8 de Abril de 2009 às 19:30
Viva Pirata,
Esse tal Carepa é mesmo um artista e pelo que se vê um típico intruja de meia tigela que parasita o bem publico e as pessoas de boa fé. Não respeitam o bom nome da terra nem os estrangeiros que se fixam nela. Que dirão dela e da sua gente quando uma ovelha negra como esta lhes aparece no caminho? São pessoas como esse tal CAREPA, que fazem com que o país seja o que é. Os fracos recursos intelectuais com que se caracteriza, como toda a gente o afirma nos corredores da câmara, são afinal suprimidos pela esperteza saloia e o Chico espertismo " que lhe é nato. A Nazaré continua bem entregue e o seu Presidente , (com tipos como ele), parece ser um ÀS na escolha dos seus fieis colaboradores lambe botas; assim vai longe ! É grave se o presidente sabe e protege as maningancias deste cavalheiro
Caro Pirata bom serviço este que faz à sua terra em denunciar pessoas que muitas vezes estão na origem de determinadas gangrenas sociais e politicas. Denuncie esta cambada parasitaria que vivem à conta de todos nós, E PELO QUE SE VÊ, TAMBÉM À CUSTA DAS FOTOGRAFIAS DOS OUTROS.
Este Carepa é um rico cachucho para uma boa CALDEIRADA Á MODA DA NAZARÉ.
Os ingredientes existem e são do melhor.
Olho Vivo
De José Carepa a 10 de Abril de 2009 às 15:31
Meu caro Sr. ou Srª, começo por dizer-lhe que fico muito satisfeito por saber que tem um Olho ainda Vivo. Espero que esse Olho lhe traga muito prazer, e lhe dê muita felicidade na vida. É óbvio que não vou comentar o baixíssimo nível moral dos seus posts, mas aproveito, ainda assim, os seus comentários reles para elucidar quem nos lê, de uma vez por todas, em relação a um tema que já se tornou recorrente, e do qual já estou, francamente, mais do que farto. Trata-se, como já terá adivinhado, da questão da entrada do meu genro para a Câmara. Deixe-me explicar-lhe os factos: o concurso a que alude aconteceu muito antes da minha própria entrada para Chefe de Gabinete do Sr. Presidente. Não tive, nem podia ter, nada a ver com isso. Aconteceu que a Câmara Municipal estava à procura de um licenciado em Relações Internacionais, para ocupar uma vaga entretanto criada, e publicitou o concurso em pleno Verão. O meu genro e a minha filha (que são os único licenciados em Relações Internacionais de que eu tenho conhecimento, aqui na Nazaré - pelo menos, na sua geração), souberam do concurso. A minha filha não concorreu, porque estava a poucos dias do nascimento da minha neta. Por sorte - por ser Verão, ou por outro motivo qualquer que me escapa - só o meu genro concorreu, e conseguiu o lugar, dadas as habilitações e o currículo que tem: só a título de exemplo, informo que foi o melhor classificado do seu curso, no ano de formatura. O concurso esteve aberto, ao contrário do que maldosamente afirma, pelo tempo que a lei determina, e seguiu toda a tramitação que a mesma lei impõe, nomeadamente no que a recursos e reclamações diz respeito. Tanto assim é, que eu acabei por entrar primeiro para a Câmara, e só depois foi o meu genro admitido, embora através de processos de contratação absolutamente distintos. Penso que foi daí, desta coincidência temporal, que surgiu toda esta confusão, que até já chegou a ser demagogicamente usada em Reunião de Câmara por alguns Sr.s Vereadores, mas que eu não vou admitir mais que continue a circular. Você pode acreditar no que aqui deixo escrito ou não: está no seu inteiro direito. Mas pense bem: se eu tivesse assim tanta influência nas contratações da Câmara Municipal, ou se quisesse tê-la, o que não quero, acha que a minha própria filha continuava no desemprego, como ainda está, estando eu lá há 18 meses? Quando abriram, em Setembro passado, concursos públicos na Câmara para professores de AEC, a minha filha concorreu. Não foi colocada, como não foram muitos jovens candidatos, e nada aconteceu, nem tinha que acontecer. Porque é que vocês, quando falam sobre a colocação do meu genro, não referem também o desemprego da minha filha? O que é que vocês são, ignorantes ou mal-intencionados? Procuram atingir-me pessoalmente, é isso? Devo dizer-lhes com total sinceridade que não têm categoria para tanto - mas podem sempre ir tentando... Se o Sr. ou Srª Olho Vivo não acreditar no que eu deixei escrito acima, tem boa solução: faça uma queixa acerca do assunto para a entidade ministerial competente para julgar os actos das Autarquias. Nesse caso, acho que poderá optar por uma de duas soluções: ou escreve uma carta anónima, o que parece ser mais o seu estilo, ou ganha coragem e assina o seu nomezinho no final (você tem um nomezinho, não tem?), esse nomezinho do qual você parece envergonhar-se, uma vez que não o usa nestes actos públicos. José Maria Carepa
De Cila a 8 de Abril de 2009 às 20:22
O acaso fez com que tomasse conhecimento do sucedido.
Será que o Sr. José Careca é digno de ser apelidado de Professor?
É por estas e por outras que o ensino está como está...
Sugiro um curso intensivo de Civismo ao senhor em causa.
De José Carepa a 10 de Abril de 2009 às 14:51
Minha senhora, o meu apelido é CAREPA. É um nome antigo e popular, aqui da Nazaré, e que eu tenho feito o possível, dentro das minhas limitadas capacidades, para tornar respeitado. Por isso, não lhe admito a falta de respeito patente no seu post. A senhora intervém nesta discussão com leviandade, como se torna óbvio, sem me conhecer de parte nenhuma. Informe-se. Aprenda a falar com propriedade, não faça má figura. E, se não tiver nada a dizer, como parece, cale-se. Posso garantir-lhe que o mundo passa muito bem sem a sua ignorância, e ainda passa melhor sem a sua má educação. José Maria Carepa
De Cila a 10 de Abril de 2009 às 16:06
Sr. Carepa, não desvie a atenção do essencial, porque Careca, Carepa ou Pateta, sei lá os usos da terra porque estes termos são-me indiferentes; o que importa é o conteúdo da sua acção, pois é triste que um estrangeiro seja tratado como foi. O seu comportamento, só ajuda a propagar a má ideia que os estrangeiros têm sobre os portugueses, neste caso alguns. Se não entende isto, afinal é ainda mais elementar do que eu suponho primeiramente.
De José Carepa a 9 de Abril de 2009 às 17:49
A propósito deste post no seu blog, e dos comentários que ele suscitou, cumpre-me esclarecer o seguinte: 1) A estória está mal contada. O que realmente se passou foi isto: o Sr. em causa, estando já gravemente doente, contactou-nos, através de um familiar, pedindo para ver a foto que sabia ter estado exposta na Biblioteca. Dei imediatamente autorização para que a foto lhe fosse enviada. Vim a saber, mais tarde (já após o falecimento do Sr.), que lha tinham oferecido, quando lha levaram. Aprovei o gesto, sem qualquer dúvida, e voltaria a fazer o mesmo, dadas as circunstâncias. Assumo, portanto, inteira responsabilidade pela oferta. 2) O que foi oferecido ao Sr. de que falamos foi uma impressão em papel fotográfico de uma foto que não está coberta por direitos de autor. O fotógrafo, Sr. Antti Sarkilahti, publica generosamente todas as suas fotos na internet, para download grátis, e com isso presta um excelente serviço à nossa terra. Quem quiser aceder às fotos de Antti Sarkilahti, pode fazê-lo no Webshots, ao qual, por comodidade, podem chegar através do link "From Portugal with Love", presente neste mesmo blog. Para pouparem tempo, indico-vos o endereço da página onde a foto deste Sr. está publicada pelo próprio fotógrafo: http://www.webshots.com/search?query=anttisarki&start=72 . 3) Já tive em tempos esta conversa com o Antti Sarkilahti, na altura em que estávamos a preparar a sua excelente exposição "Rostos..." na Biblioteca. Reparando Antti que eu tinha colocado como fundo do ambiente de trabalho do meu computador uma belíssima fotografia de uma onda, tirada por ele no mar da Nazaré, mostrou-se muito satisfeito com isso, e indicou-me que todas as fotografias que tirava, colocava na net, para que pudessem ser usufruídas por todos - o que eu acho um gesto a todos os títulos louvável! A esta conversa, que ocorreu no gabinete que na altura ocupava na Biblioteca, assistiu o Sr. Rui Almeida (que me serviu muitas vezes de intérprete junto do Antti, porque o meu inglês já teve melhores dias...), e ele poderia testemunhá-la, se fosse o caso e valesse a pena. Mas não vale: os factos atrás indicados estão aí para provar a sua verdade. 4) Entre muitos outros trabalhos publicados na internet por Antti Sarkilahti, e dos quais eu gosto muito, há alguns vídeos sobre a Nazaré e as suas gentes. Entre eles, chamou-me especialmente a atenção um que foi realizado e publicado por alturas do Carnaval, e que usava como música de fundo uma marcha para a qual eu fiz a letra: "O Carnaval Somos Nós". Devo confessar que fiquei muito satisfeito - e, até, um bocadinho vaidoso... - com a escolha do Antti (embora, obviamente, ele não saiba quem é o autor da marchinha). Nunca me passaria pela cabeça perguntar se tinha sido pedida autorização para esse uso, e se tinham sido pagos os respectivos direitos de autor (porque, neste caso, a marcha está registada na Sociedade Portuguesa de Autores). Pelo contrário: aquilo que eu faço, esteja registado ou não, é para circular, e é para mim uma honra muito grande, quantas vezes imerecida!, que o meu trabalho seja apreciado por outros. Pensando eu assim sobre o meu próprio trabalho, e dadas as circunstâncias concretas narradas atrás (isto é, a situação concreta do Sr. de que falamos, e a liberdade de uso que o próprio fotógrafo deu às fotos que faz), como é que eu podia ter negado o pedido que nos foi feito? Assumo frontalmente que nunca o faria. 5) Não tendo conhecimento destes factos, e sendo mal informados, numa primeira fase, e instigados, numa segunda, pelo autor deste blog, foram tecidos muitos comentários a esta "notícia". Alguns deles são insultuosos, outros são simplesmente ignorantes (e, já agora, mal escritos). Todos eles, porém, e por estranha que possa parecer esta minha afirmação, são perfeitamente legítimos: vivemos num país felizmente livre, e eu, que já vivi noutro regime, aprecio sem restrições nem reservas mentais esta nossa liberdade, e estou disposto a pagar o preço dela - que é o de ser atacado de forma baixa, em público e a coberto do anonimato, por pessoas que, se quiserem dar-se a esse trabalho, poderão sempre procurar-me e tirar todas as dúvidas a meu respeito que parecem angustiá-las. Eu dou o nome e dou a cara em tudo o que faço. Quem conseguir, que faça o mesmo. José Maria Carepa
De
re21 a 9 de Abril de 2009 às 21:09
Eu por acaso até quero comentar este post, e assim o farei, mas agora não tenho tempo, mas antes de mais nada e depois de lidos todos os comentários, terei que dizer ao senhor Profesor ou Doutor Carepa que possivelmente há por aqui comentários "mal escritos" é capaz de ter razão, uma questão de erros ortográficos, uma letra que saiu na tecla ao lado, uma questão de ensino e iliteracia dos comentadores/as até Eu dou erros ao escrever, mas começar o senhor Professor ou Doutor Carepa , por um erro tão grosseiro "A estória está mal contada" desanima um bocado a tecer qualquer comentário.Mas mais logo cá estará um comentário, mais um, porque este já o é.
De José Carepa a 10 de Abril de 2009 às 14:05
Meu caro re21 (o que é um re21, o nome de um medicamento?), espero que agradeça convenientemente ao comentador seguinte, Dellwerty (?), a pequena ajuda cultural que lhe deu, libertando-o dessa angústia de não saber o que significa o termo "estória", mas tendo, mesmo assim, a lata de me criticar pela sua própria ignorância. Sabe o que é, re21, é que vocês não têm mundo, só se lêem uns aos outros, e isso é manifestamente pouco. Quanto ao essencial do seu post, devo dizer-lhe que não sou, como tenta gozar (mas quem é você, criatura sem nome, para "gozar" comigo?), Professor ou Doutor por extenso. Não tenho competência nem formação para tanto. Esse é o tratamento devido aos meus colegas doutorados do Ensino Superior. Eu sou apenas professor do Ensino Secundário, mas tenho muito orgulho no trabalho que fiz nessa condição. Quanto ao comentário que promete, cá fico, ansioso, à espera. A julgar pela amostra deste, é caso para nem dormir descansado... José Maria Carepa
De Dellwerty a 9 de Abril de 2009 às 23:18
estória
s. f.
1. Narrativa de ficção.
2. Exposição romanceada de factos e episódios, distinta da história, baseada em documentos.
3. Conto, novela, fábula.
história
s. f.
1. Narração escrita dos factos notáveis ocorridos numa sociedade em particular ou em todas elas.
2. Descrição dos seres da Natureza.
3. Estudo das origens e progressos de uma arte ou ciência.
4. Biografia de uma personagem célebre.
5. Livro de história; narrativa.
6. Fam. Conto; peta.
histórias
s. f. pl.
7. Desavença, desacordo, questão, disputa.
De Dellwerty a 10 de Abril de 2009 às 01:36
Depois de muito pesquisar na internet, verifiquei que: É possível usar "Estória" sendo uma maneira arcaica e reinventada de escrever a história da nossa língua. Não sendo de todo incorrecto por ser tolerada a sua escrita, a maneira certa de escrever, seja em que caso for é "História". Basta perder um pouco de tempo (e ganha-se um pouco de cultura) lendo o que aqui (http://www.ciberduvidas.pt/controversias.php?rid=893) está escrito.
Entretanto, proponho ao autor deste blog a inversão da ordem dos comentários. Funciona muito melhor colocá-los por ordem descendente de chegada, exactamente ao contrário da ordem seguida pelos posts.
Uma boa “História” esta, heim…! Todos ralham e ninguém tem razão. Mas, atenção que há aí comentários sábios e muito válidos. Valeu galera!
Comentar post